Eu já tive ratos de estimação. Eram ratos mesmo, não hamsters.
Tinha um macho, uma fêmea e dois filhotes. Eram todos brancos com manchas pretas.
O macho era o mais manchado, ele gostava de mim. Pegava ele na mão e ele ia subindo pelo meu braço, passava por trás do pescoço e ia pro outro braço.
Os filhotes eu não mexia muito porque eram muito pequenos e sensíveis.
Mas a fêmea, meu amigo... Era um capetinha.
Eventualmente (todo dia) eu tinha que tirar ela da gaiola pra limpar (sujavam muito e fedia pra caralho) e ela me mordia. Os dentes pequenos e mega afiados pareciam agulhas de satã. Um dia que ela não me mordeu e subiu no meu braço, ela tentou morder minha orelha. Acabei tendo que usar luvas pra tirar ela da gaiola.
A primeira cria que eles deram foi de uns 10 ratinhos, tive que dar todos. Menos de 2 meses depois ela deu cria novamente, mais uns 10.
Sem condições disso, fedia muito e dava muito trabalho, tive que me desfazer deles. A vizinha ficou com todos e cuidou deles até que os dois morreram, bem pouco tempo depois, de causas naturais.
Aliás, esse negócio de bicho querer morder minha orelha me lembrou uma coisa engraçada hahahaha (que não vou contar). Mas tudo começou quando postei uma foto de uma calopsita no meu colo e comentei que ela ficava tentando subir no meu ombro pra bicar minha orelha e puxar meu cabelo (ela já vivia puxando os pelos da minha perna e os cadarços do tênis).
Eu gostaria de ter uma iguana, mas ela ia querer me morder também.
Todos os seres querem me morder, aparentemente.
E eu nem sou feito de açúcar.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
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