quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

I never lose

"O certo é o que prevalece, acha que os bico tá em choque por quê?"

Eu citei ninjas em duas postagens e, no domingo, apareceram ninjas em um dos quadros do Pânico e me deu vontade de escrever o porque fico com essas brincadeiras.

Quando eu era criança eu era apaixonado por artes marciais, fui criado vendo filmes do Van Damme, Mark Dacascos, Jackie Chan, Jet Li... Mas tem uma série de filmes que eu especialmente gostava: Um Ninja Americano.

Basicamente era um cara que lutava contra hordas de ninjas e os vencia facilmente, sendo ele um ninja também.

Toda a idéia de um ninja era extraordinariamente fascinante pra mim, o ninja era como um agente secreto super treinado, que ao invés de armas de fogo usava sua espada e seus shurikens, além de venenos, zarabatanas, bombas de fumaça (pra sumir hahahaha) e demais artefatos. A primeira vez que joguei Tenchu foi algo maravilhoso, todas as stealth kills e furtividade, bom demais.

Anos depois, já na adolescência, eu comecei a treinar kung fu porque queria lutar como o Jet Li, mas principalmente porque queria fazer o tão falado "teste do ninja", onde você tinha que atravessar uma parte do horto/bosque de noite, com os mestres escondidos no mato para te emboscar e testar seu nível de luta. Você, obviamente, também vestido de ninja. Infelizmente nunca pude participar, na verdade nem sei se isso era apenas uma lenda (o teste).

Só que também comecei a entender um pouco mais sobre o que um ninja realmente era: Um assassino sem honra. Na história, um ninja era (de forma simplificada) como um mercenário, tipo um samurai só que sem a parte da honra, digamos. Eles usavam quaisquer meios para conseguir seu objetivo, o que não me parecia certo.

Os ninjas acabaram virando meme há alguns anos atrás, as pessoas postavam fotos de lugares vazios com legendas do tipo "Você não está vendo, mas tem 4 ninjas nesta foto", era engraçado na época.

Mesmo não gostando tanto mais de ninjas como antes, eu ainda mantenho certas coisas. Um exemplo é quando eu vou criar um personagem em algum jogo tipo Skyrim, sempre acabo criando um personagem com foco em stealth (archery, alchemy, lockpick, pickpocket, sneak, etc). O que falar então de jogos como Dishonored e Deus Ex HR? Full stealth, devo ter zerado cada um deles umas 10 vezes.

Até mesmo no Tibia sempre optei por jogar com paladin (archer) por ser o que mais se assemelha a um gameplay stealth (dentro das limitações). Até hoje meu outfit mais desejado é o Assassin, que ainda não fiz porque é caro e eu gosto de farmar os itens ao invés de comprar. Vez ou outra eu uso uam spell de illusion pra me transformar em um Assassin (é roupa de ninja, acho que não tinha ficado claro). Ah, ninjas usavam arco e flecha também.

Bom, essa é uma breve história do porque dessa brincadeira dos ninjas. Tem mais coisas, mas o que lembrei foi isso.







Tem um ninja atrás de voc-

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

rrrr

wOOt?

Daí você para.

E pensa.

Chega numa conclusão.

E qual a conclusão?

MA OEE

Há braços.

Até mais e obrigado pelos peixes!

domingo, 3 de dezembro de 2017

drops3

Continuando:

Quase sempre quando eu estiver sentado e quiser pegar algo que está fora do meu alcance, eu vou tentar lançar uma teia igual o Homem-Aranha. Vai que um dia funciona, né?

Vez ou outra ficarei em silêncio do nada com os olhos fechados. Nesses momentos estarei expandindo minha mente para tentar captar alguma coisa no campo astral.

Na verdade eu farei isso apenas pra aliviar alguma tensão ou me acalmar.

Também pode ser que eu esteja tentando ouvir alguma coisa, como ninjas se movimento do lado de fora da casa.

Eu vou cheirar as coisas, quase todas.

Também vou perguntar sempre se tem cebola na comida.

Mesmo que me disser que não, vou ficar atento enquanto como de modo sorrateiro, pra que não perceba.

Pode acontecer de eu colar alguma coisa (etiqueta de preço de algum produto do mercado, etiquetas que vem nas roupas com o tamanho, pedaços de durex, ou plaquinhas com coisas escritas) nas suas costas sem você perceber.

Pode ser também que eu jogue coisas aleatórias dentro do seu bolso, bolsa, mochila ou capuz da blusa.

Se você sentir uma dor repentina, pode ser um ninja te atacando. Tenha certeza que vou te vingar.

Acontece de maneira esporádica de eu usar suas costas como tambor de batuque.

Talvez eu use sua cabeça também, mas aí o barulho é diferente.

Por vezes minha mão vira um aventureiro que precisa escalar coisas. Ele é bem ágil, digamos. E sabe lutar, principalmente com chutes.


TALVEZ CONTINUE

sábado, 2 de dezembro de 2017

drops2

Cara, como seria divertido isso.

Vou fazer um bolo, mexer com farinha e tal... Vou passar um pouco de farinha no rosto como se fosse uma pintura indígena e sair pela casa imitando um índio.

Vou puxar os shorts pra cima pra ficar bem grudado na perna e vou dar aqueles pulinhos iguaizinhos do Axl Rose enquanto canto "Welcome to the Jungle".

Eventualmente vou fingir que sou um Power Ranger enfrentado vários minions do Lord Zed, dando socos e chutes no ar, sempre tendo cuidado pra não acertar alguma coisa.

Por vezes vou fingir que sou o Ryu e vou dar vários Hadoukens, as vezes até mesmo um Shinkuu Hadouken (forma concentrada).

Não vou imitar o Goku porque acho ele chato, talvez o Vegeta por ter uma personalidade mais parecida comigo.

Sempre que eu estiver varrendo o chão eu vou aplicar um mata-leão na vassoura.

Em guarda-chuvas também.

Eu tenho vários shurikens invisíveis e os arremesso com certa frequência.

Sempre que me vir arremessando um shuriken no nada, tenha certeza que na verdade tinha um ninja escondido ali e eu acabei de salvar sua vida.

Esqueci de dizer que eu vocalizo todos os meus socos quando me torno um Power Ranger. Os chutes também.

Quando estiver entediado, imaginarei ninjas/forças especiais invadindo o local que eu estiver e roteirizo mentalmente toda a ação deles e de como eu acabo com todos e salvo o dia.

Toda vez que encostar em mim eu vou pensar em um modo de imobilização. Talvez eu até faça.

Posso ficar horas olhando pro teto imaginando diversas situações impossíveis e engraçadas.

Não acho que apelido seja chamar alguém pelo diminutivo do nome ou pela primeira sílaba, apelido tem que ter uma história por trás. E eu vou colocar apelidos nas pessoas e nunca revelar a ninguém.

Eu tenho uma arma invisível que uso pra incursões táticas em casa quando não tem ninguém. Eu só trabalho sozinho, não adianta insistir.

Eu sapateio na frente dos cachorros porque eles fazem isso também. Você nunca saberá quem está imitando quem.

Vou falar de frente ao ventilador pra ficar com voz de robô e depois vou tomar loratadina pra parar de espirrar.

Pode ser que eu faça posições de competição de fisiculturismo em frente ao espelho, fique ofegante e comece a cascar o bico logo em seguida.

Eu tenho o dom de tirar as pessoas do sério questionando-as sobre tudo que falam, mesmo que eu concorde.

Pode parecer que estou apenas descansando, mas posso estar presidindo um debate na minha cabeça onde eu faço os argumentos de ambos os lados.

Pode acontecer de eu imitar um cachorro correndo pela casa.

Se me vir fazendo movimentos bruscos com o corpo pra algum lado, posso estar desviando dos shurikens invisíveis que os ninjas arremessam também. Também posso estar me esquivando de algum laser mortal.

Quando a coisa estiver feia, posso recorrer ao recurso de uma onda de energia que mata e desintegra todos os ninjas do bairro. É uma técnica que cansa, mas vale a pena.

Antes de realizar tal técnica eu carrego meu ki, claro.

Brigadeiro tem vários usos, sujar a sua cara é o principal, comer é apenas em segundo plano.

O principal uso dos canudos de refrigerante e fazer dentes de sabre.

Almofada é uma munição ou morteiro, outros usos são secundários.

Há um pequeno risco de eu te enrolar em um cobertor e ficar te prendendo até começar a suar em bicas.

Esqueci de citar que tenho, também, um arco invisível. As flechas também são, obviamente. Uso ele com maestria, Oliver Queen ficaria no chinelo.

Dança do robô quebrado serve para tudo.

Ventilador só é desligado quando a temperatura chega a menos de 10° C.

Vou cantar músicas alterando as letras, mais especificamente trocando alguma sílabas como "Aqui estou mais um dia, sob o olhar sanguigia do vigário" ou "Agui estou vaiz um gia, sove o olhar manguinário do cigia".

Posso responder várias perguntas com frases de músicas, especialmente raps.

CONTINUA

OU

CONTINUA

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

tempus

"Mas será que se eu voltasse no tempo e tivesse feito algo diferente, teria mudado algo realmente?"

As vezes eu paro pra pensar sobre o tempo, o passado e a imutabilidade das coisas que já aconteceram e sempre acabo me deparando com esse questionamento.

O Universo, que hoje dia vejo mais como uma força da natureza do que como algo estritamente físico, amarra as coisas de forma muito curiosa. Ontem eu estava ouvindo um podcast em que o assunto era "E se você voltasse no tempo" (Minuto de Silêncio 151) e, durante a discussão, uma pessoa falou que voltaria no tempo pra matar o Hitler. Isso me lembrou várias coisas, seguem:

- Em um filme um pouco antigo, um casal consegue voltar no tempo pra avisar ao então presidente dos EUA que eles perderiam a Guerra do Vietnã e que, portanto, ele não deveria mandar as tropas para lá pra evitar que tantos jovens americanos morressem. Acontece que o presidente, sabendo que a quantidade que ele mandaria de tropas seriam insuficientes, resolveu mandar O DOBRO de homens para lá para tentar ganhar a guerra. Pra quem conhece a história, sabe que os EUA perderam a guerra não foi por falta de soldados.

- Tem um vídeo, ou apenas uma história, sobre alguém que voltou no tempo pra matar o Hitler bebê. A pessoa encontrou os pais dele, raptou, matou o bebê e voltou pro presente. Quando foi ler sobre a história pra ver a alteração, tudo continuava como era antes pelo simples fato de que o bebê que ele matou não era o Hitler e sim o filho biológico do casal, que posteriormente adotou uma criança que essa sim era o Hitler. Esclarecendo que não sei se ele era realmente adotado, é apenas uma conjectura sobre viagem no tempo.

- No mesmo podcast que citei antes, comentaram sobre um filme (ou curta) em que um homem viaja no tempo pra impedir que um determinado time de futebol leve um gol que o faria perder um título. Ele aparece atrás do gol e grita pro goleiro pular pro lado esquerdo (na linha temporal ele pula pro direito) pra defender, só que nesse momento o goleiro se distrai com o grito e acaba levando o gol de qualquer jeito.

Há diversos filmes e histórias que tratam desse paradoxo do tempo, sobre se seria mesmo possível alterar algo do passado e, sendo possível, se isso não criaria uma linha de tempo paralela. Sim, eu sei que é um puta viagem de louco, mas pensar nisso traz certo conforto em saber que voltar no tempo não solucionaria determinados problemas.

Percebo que todos esses pensamentos sobre passado, presente e futuro, o tempo em si, já povoavam minha mente desde muito tempo.

Devemos considerar que a ciência e nosso entendimento do Universo atual diz que não é possível viajar no tempo pro passado, apenas pro futuro (saciadas diversas condições como se mover a velocidade próxima da luz).

Uma curiosidade, se você conseguir se mover na velocidade da luz, há uma hipótese que diz que, quando você parasse, teria se passado TODO O TEMPO. Ou seja, nada mais existiria, teria passado a eternidade inteira.

Em suma, poderia eu ter feito algo diferente?

(texto foi reduzido, talvez tenha perdido o sentido)
(foda-se)

drops

And that is how it started.

It's how it started before, the exact same way, so I know where this is going to end.

For most people this kind of thought/feeling is bullshit, maybe a point of immaturity or insecurity, but for whom is affected is something that burns inside, cools and then shatters. Over and over again. It's like having some kind of monster/alien eating you alive from you stomach.

I don't hope people understands this. To be honest, I really don't care about what they think.

But, man, this is hard to overcome.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

atom

"Tem uns baratos que não dá pra perceber,
que tem mó valor e você não vê"

 Um pouco de uma verdade que incomoda muita gente: Na realidade, por mais que você sinta ou pense isso, não é possível tocar em alguém ou em algo. Por mais que você segure a mão de uma pessoa, vocês não estão se tocando de forma propriamente dita.

Isso acontece porque os átomos não se tocam, quando se aproximam eles se repelem eletricamente e é isso o que damos o nome de tato.

É um conceito puramente científico, nada filosófico. Como nossa vida é pautada pelos conceitos da ciência e filosofia (por mais que você não entenda de nenhum deles), levar isso ao pé da letra é bobagem.

Enfim, era só uma coisa que eu sempre me lembro e quis compartilhar.

xoxo

"Não, eu não sou bobo, eu sei qual é que é!"